Washington D.C., May 13, 2009 / 12:41 am (CNA).-
No mês passado, a Secretária de Estado Hilary Clinton disse ao Congresso que metade das mulheres que tinha visto em hospitais brasileiros "estavam lutando por suas vidas por causa de abortos mal feitos". Depois de seus comentários ela foi questionada sobre provas quanto ao momento em que ela havia visitado os hospitais ou estatísticas para apoiar a sua alegação, mas nem ela nem o seu pessoal foram capazes de produzir nenhuma prova.
Clinton, que no ano passado inventou que estava envolvida em um ataque de franco atirador quando era Primeira Dama, quando ela visitou a Bósnia, agora está fazendo outra afirmação: metade das mulheres nos hospitais brasileiros estão "lutando por sua vida contra o aborto mal feitos".
Depois que um vídeo mostrou que Clinton não estava sob fogo de franco atirador nenhum quando ela esteve na Bósnia, ela disse, "Então eu cometi um erro. Isso acontece. Isso prova que sou humana, que, como você sabe, para algumas pessoas é uma revelação".
O Registro Católico Nacional contactou a porta-voz do Departamento de Estado, Laura Tischler, para verificar se não havia nenhum registro da visita de Clinton em hospitais brasileiros. Tischler disse: "não tenho como confirmar onde ou quando a viagem a que ela se refere ocorreu - qual lugar do Brasil ela visitou ou quando a viagem ocorreu".
O congressista Chris Smith, que fez a pergunta que resultou na resposta de Clinton, ressaltou, "as ativistas pró-aborto têm uma longa ficha com esse tipo de afirmações infundadas. É assim que elas dirigem a política, com exageros grosseiros dos números, hipérboles e pseudo-ciência", de acordo com a NCR.
Smith também disse que esta abordagem com números exagerados e "pseudo-ciência", foi como o abortista ex-membro fundador da NARAL (organização abortista), Dr. Bernard Nathanson, tentou influenciar as políticas públicas. Nathanson uma vez disse que 10.000 mulheres foram mortas nos EUA por causa de abortos mal feitos, só que mais tarde depois de sua conversão ao Catolicismo, disse que ele e outros indivíduos pró-aborto exageraram esses números, que eram próximos de 200~250 mulheres por ano.
Nathanson disse que sua tática era simples: "repetir uma grande mentira frequentemente basta para convencer o público".
Não está claro se Clinton planeja uma retratação de suas declarações depois de ter falhado em mostrar provas.
Traduzido de http://www.catholicnewsagency.com/new.php?n=15969
quarta-feira, 13 de maio de 2009
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